domingo, 19 de agosto de 2012

terça-feira, 17 de julho de 2012

Lugar do imaterial


Lugar onde as emoções puramente vivem e reagem...
Onde se chora quando ri, onde se chora quando chora...
Onde o tempo passa em outro ritmo ditado por nossa memória mais intensa...
quando o pensamento se impõe de uma forma diferente do que você pensa...
Onde o instinto age e meu bicho que faz força se põem a trabalhar...
Onde o coração dispara quando te vejo...
Seja por medo... seja por desejo...
Nesse lugar onde a vela nunca se apaga e o abraço parece eterno, sinto que estou prestes a mergulhar no universo, a espera de teus beijos.
É nesse lugar que meu medo se faz arte, que minha ansiedade se faz posicionamento. Que meu todo vira parte de mais uma história, que se junta com outra história, dando vida a mais um complexo estado de células e líquidos e sentimentos.
Quando tudo se faz silencio...
Páro, respiro... tudo ao meu redor fica mais claro, tranquilo...
Lugar onde minhas visões são pautadas por minha imaginação...
E meu umbigo aponta para meu sol!!!
Onde sozinha estou bem acompanhada...

segunda-feira, 16 de julho de 2012


Marco Nalesso e a Fundação. Poesia e performance: Luciana Araújo

quarta-feira, 25 de abril de 2012

terça-feira, 10 de abril de 2012


                              Gravação do vídeo clip MACUMBA TORÓ, Marco Nalesso e a Fundação

sexta-feira, 16 de março de 2012

                                                             

quinta-feira, 8 de março de 2012

"Voa filha minha! Voa!"

Transformei- me em conscientizações de teorias do passado. Passo agora ao posto/ sobreposto de novos entendimentos. Minha neutralidade é a experiência adquirida por amigos, tenho medo de me expor nas condições limiares da minha vida, mas me jogo quando sinto a segurança de um abraço.
Novata em jogo, percebo pouca coisa ainda interligada na minha vida, muita coisa por mim deve ser compreendida, e o fato de gerar dificulta a escalada, por onde eu pretendo subir sem temer a nada. Conectada com a força que mandou me pra esse mundo, onde na intenção da liberdade minha árvore hoje gera frutos. Quero ter da mão do feminino a delicadeza, consiga propagar a beleza e tornar- me uma forte sacerdotisa do amor.
Tornar- me mãe, fez entender que a natureza se impõem as minha vontades, revira as expectativas impostas pela sociedade, desperta a necessidade do carinho de um irmão e promove o amor onde há desunião.
Tornar- me mãe, fez entender o que significa morrer, poder perder aquilo que já tanto amo sem na verdade ainda ter... Fazer- se lua cheia, nova, expandir- se, recolher. Fez integrar minhas intuições para amadurecer, e ainda nem tenho claro todos os aprendizados por onde passo, só agradeço o fato de tê- la aqui comigo, e de sentir na ponta do meu umbigo cada movimento seu.
Amar, pensar em cada segundo como será seu rostinho, abraçar e te fazer dormir...
Espero lhe trazer da melhor forma o meu jeito de ver o mundo e nunca enganar- lhe no que desconheço ou tenho como crença, mesmo que nas desavenças, prevaleça a argumentação. Apresento- lhe um mundo cheio de contradição, onde entre o céu que as nuvens fazem arte e na terra onde cresce tudo que planta, à gente que prefere a ganância ao simples fato de viver. Tem armas, pudor, poder. Palcos e estruturas fantásticas por onde passam crianças de rua, desempregados, desinibidos e desesperados. Comerciantes, extorsionários, informantes e mercenários. Proibidos, particulares, destemidos e celebridades...
Espero ter- te logo em meus braços, de meus peitos o alimento que fortalece- te a cada passo. De meu corpo toda minha disposição e de minha alma todo o carinho para sua formação.
"Voa filha minha, voa! Para os confins de seus sonhos, para a liberdade de ser sua, minha, de todos e de ninguém.
Voa filha minha, voa!"