Como uma produtora independente, como uma criadora independente, independentemente inventiva.... Atitude Delicada é a compilação de artes, de expectativas, numa luta agora travada pela educação e informação...... Cuidado com as Tintas... Nos berimbaus poéticos... Todos nós estamos soltos Viva o Reino da Alegria... onde tudo é possível!
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Tinta Fresca no IPEC... das antigas!
Cuidado Tinta Fresca no colégio IPEC... saudades! saudações! Salve!
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Conexão
O Sol na Pineal.
Raízes de luz iluminam minha consciência onde disparo para o infinito.
Peço conexão em rede elevada, conectada com o estado mais puro de meu Eu.
Sensibilize.
Harmonize.
Qualifique.
Luciana Araújo
Raízes de luz iluminam minha consciência onde disparo para o infinito.
Peço conexão em rede elevada, conectada com o estado mais puro de meu Eu.
Sensibilize.
Harmonize.
Qualifique.
Luciana Araújo
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Experimentando roteiros...
1. Ritual de entrada. Chegada
2. Como uma partícula da imperfeição fez- se a vida, que na planélula da evolução, desenvolveu-se.
3. Chegamos à civilização
4. Carros, máquinas. Desenvolvimento. Globalização.
5. Miséria, fome, exploração.
6. Resignificar valores, era da conscientização.
Vamos salvar o planeta da destruição.
7. Mas o que é nosso planeta frente ao universo em expansão?
8. Caminhos para a liberdade do fazer frente a nossa condição de poeira cósmica.
2. Como uma partícula da imperfeição fez- se a vida, que na planélula da evolução, desenvolveu-se.
3. Chegamos à civilização
4. Carros, máquinas. Desenvolvimento. Globalização.
5. Miséria, fome, exploração.
6. Resignificar valores, era da conscientização.
Vamos salvar o planeta da destruição.
7. Mas o que é nosso planeta frente ao universo em expansão?
8. Caminhos para a liberdade do fazer frente a nossa condição de poeira cósmica.
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Televisão do Mundo
Movimentado por ondas de radiofrequencia. Falo de extensão do rádio. Receptor de imagem e som. Tubo.
Tubo iconoscópico.
Ondas eletromagnéticas, transportando energia na função.
Rádio. Transmissão. Na função da radiotransmissão.
Televisão eletrônica. Televisão à cores. Televisão à cabo.
Sinto que preciso dar cabo nessa minha inquietação.
Ó, Santo!
Hipnotismo. Me prende frente à você,
“Poderosa, ágil, competente, sai da minha frente tubo da TV!”
Filhos da panóplia tecnológica, movidos pela hegemonia da sedução.
Misturados no plasma metodológico, criaturas desnutridas do caráter de abstração.
Seguem- se teorias prevendo a alienação, ditaduras impõem a cultura da televisão.
- Grande Irmão, Grande Irmão!
Eu amo você Grande Irmão!
1984, uma crítica a verdade fabricada pela mídia.
Nivelando a sociedade, reduzindo o indivíduo .
Cidadão- comum.
Vigiado pelas teletelas. Filhos, vizinhos, amigos, incentivados a denunciar.
“Que medo da polícia do pensamento.
Quero cometer crimidéia!”
Mas se algo que me é externo, tem o poder tão grande de me manipular,
Manipular-me-ei para este algo externo inteiramente desvendar.
Desvendar a caixa preta
Para aí sim pensar em transgressão da realidade visual.
Desvendar mecanismos, estudar a comuniação
E usar essa produção como um agente liberador de um mundo programado.
Signos, desenhos, gráficos, imagens, cristal, teclado, seletor varicap, tubo, prisma, fly- back, CCD, color Bar, computação gráfica, saída horizontal, saída vertical, LED TV, USB, ..., ..., ..., ..., ..., ..., ..., ..., ..., ..., ..., ..., ..., ..., ..., ..., ..., ..., ..., ..., ..., ..., ..., ..., ..., ..., ..., ..., ..., ..., ..., ..., ..., ..., ...
Luciana Araújo
Tubo iconoscópico.
Ondas eletromagnéticas, transportando energia na função.
Rádio. Transmissão. Na função da radiotransmissão.
Televisão eletrônica. Televisão à cores. Televisão à cabo.
Sinto que preciso dar cabo nessa minha inquietação.
Ó, Santo!
Hipnotismo. Me prende frente à você,
“Poderosa, ágil, competente, sai da minha frente tubo da TV!”
Filhos da panóplia tecnológica, movidos pela hegemonia da sedução.
Misturados no plasma metodológico, criaturas desnutridas do caráter de abstração.
Seguem- se teorias prevendo a alienação, ditaduras impõem a cultura da televisão.
- Grande Irmão, Grande Irmão!
Eu amo você Grande Irmão!
1984, uma crítica a verdade fabricada pela mídia.
Nivelando a sociedade, reduzindo o indivíduo .
Cidadão- comum.
Vigiado pelas teletelas. Filhos, vizinhos, amigos, incentivados a denunciar.
“Que medo da polícia do pensamento.
Quero cometer crimidéia!”
Mas se algo que me é externo, tem o poder tão grande de me manipular,
Manipular-me-ei para este algo externo inteiramente desvendar.
Desvendar a caixa preta
Para aí sim pensar em transgressão da realidade visual.
Desvendar mecanismos, estudar a comuniação
E usar essa produção como um agente liberador de um mundo programado.
Signos, desenhos, gráficos, imagens, cristal, teclado, seletor varicap, tubo, prisma, fly- back, CCD, color Bar, computação gráfica, saída horizontal, saída vertical, LED TV, USB, ..., ..., ..., ..., ..., ..., ..., ..., ..., ..., ..., ..., ..., ..., ..., ..., ..., ..., ..., ..., ..., ..., ..., ..., ..., ..., ..., ..., ..., ..., ..., ..., ..., ..., ...
Luciana Araújo
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
PI
Peba, macaco, mocó, catitu.
Xique xique, cabeça de frade, xixá, madacaru.
Andorinha, abelha, vespa, mosquito, mangangá, jacu.
Descobri a guabiraba, a pitomba e a delícia do umbu. A beleza da raiz da gameleira e lá no alto reinar o urubu.
Favela, jurema, mulatinha e pao roxo!
Eta, cabra danado! O sol queima até o osso.
Fogueira é coisa séria. Cumadre batizou e cumpadre afirmou.
E, se o sentimento apurrinha lá dentro... “Relaxa, nêga!” Já diz o ditado do amor.
Quando eu resolvi ir pro Piauí, eu nem imaginava o que ia encontrar por ali.
E “de mais de tudo”, o que mais aprendi,
É que a chuva é uma benção,
O sonho um segredo,
E a vida uma prece.
Luciana Araújo
Xique xique, cabeça de frade, xixá, madacaru.
Andorinha, abelha, vespa, mosquito, mangangá, jacu.
Descobri a guabiraba, a pitomba e a delícia do umbu. A beleza da raiz da gameleira e lá no alto reinar o urubu.
Favela, jurema, mulatinha e pao roxo!
Eta, cabra danado! O sol queima até o osso.
Fogueira é coisa séria. Cumadre batizou e cumpadre afirmou.
E, se o sentimento apurrinha lá dentro... “Relaxa, nêga!” Já diz o ditado do amor.
Quando eu resolvi ir pro Piauí, eu nem imaginava o que ia encontrar por ali.
E “de mais de tudo”, o que mais aprendi,
É que a chuva é uma benção,
O sonho um segredo,
E a vida uma prece.
Luciana Araújo
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Sensibilidade
Sensibilidade, delicadeza do espírito, possibilidade de expressão do feminino.
Um feminino grave e delicado.
Abrandador de uma angústia que não é recusada, é vivida.
Apesar de algumas, algumas resistências.
Para além de Véronique e sua quase intocável beleza,
quero inicialmente, dar destaque ao feminino.
Um feminino articulado pelo significante delicadeza, que num deslocamento de sentido pode promover outras significações.
Delicadeza do espírito que se casa com estética do feminino.
Sim, porque o feminino não é a mulher.
Coragem e frescor, dado pelas mais diversas superfícies refletoras,
cristais, poças d´água, venezianas, janelas.
Vários planos óticos.
Uma luz que ilumina Véronique como se o sol estivesse entrando,
anunciando o nascimento de alguma coisa da ordem da suavidade.
Na delicadeza do espírito,
busco a delicadeza do feminino.
Na delicadeza do feminino,
busco a delicadeza do meu espírito.
Luciana Araújo
Um feminino grave e delicado.
Abrandador de uma angústia que não é recusada, é vivida.
Apesar de algumas, algumas resistências.
Para além de Véronique e sua quase intocável beleza,
quero inicialmente, dar destaque ao feminino.
Um feminino articulado pelo significante delicadeza, que num deslocamento de sentido pode promover outras significações.
Delicadeza do espírito que se casa com estética do feminino.
Sim, porque o feminino não é a mulher.
Coragem e frescor, dado pelas mais diversas superfícies refletoras,
cristais, poças d´água, venezianas, janelas.
Vários planos óticos.
Uma luz que ilumina Véronique como se o sol estivesse entrando,
anunciando o nascimento de alguma coisa da ordem da suavidade.
Na delicadeza do espírito,
busco a delicadeza do feminino.
Na delicadeza do feminino,
busco a delicadeza do meu espírito.
Luciana Araújo
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Infinito
Imortalidade nega a mortalidade. Segue- se então a relação de encantamento de toda a sociedade.
Viver de forma física ou espiritual, num comprimento inconcebivelmente vasto de tempo,
que busca o comprimento infinito, que busca o maior número existente.
Mas que imortalidade não se finda diante da possibilidade de tamanhas outras possibilidades?
Sistemas cartesianos, tão complexos, que nem dilacerando toda a teoria da relatividade de Einstein daria cabo de tamanho comprimento.
“Eita! Que somos nada mesmo...
Determinadas situações, só queria ser mais uma folha verde, caindo, naquele imenso mar enraizado.”
Pulando de imediato pensamento à idéia exposta.
Trago à nota do infinito todas as vertentes do existir, em seus multiuniversos,
que possibilitam os universos paralelos.
E que me possibilitam estar
Aqui/ Ali.
Dentro/ fora.
Onde e quem eu quiser ser.
Se pensarmos em tudo que somos, nota- se que a complexibilidade do sistema se dá pelo ciclo vicioso da imperfeição.
Imperfeições fundamentais.
Ocorrendo numa sequência de modificações tão extraordinária,
que a brevidade da vida física torna-se um desaforo essencial.
Num mergulho às profundezas de minhas tripas, sou cuspida no espaço sideral.
Num mergulho mais profundo às profundezas de meu âmago, desemboco na formação celular de meu semelhante, ou de uma planta, ou de uma janela.
Num mergulho ainda mais profundo, às minhas profundezas mais sutis, enxergo que sou deusa de mim.
Luciana Araújo
Viver de forma física ou espiritual, num comprimento inconcebivelmente vasto de tempo,
que busca o comprimento infinito, que busca o maior número existente.
Mas que imortalidade não se finda diante da possibilidade de tamanhas outras possibilidades?
Sistemas cartesianos, tão complexos, que nem dilacerando toda a teoria da relatividade de Einstein daria cabo de tamanho comprimento.
“Eita! Que somos nada mesmo...
Determinadas situações, só queria ser mais uma folha verde, caindo, naquele imenso mar enraizado.”
Pulando de imediato pensamento à idéia exposta.
Trago à nota do infinito todas as vertentes do existir, em seus multiuniversos,
que possibilitam os universos paralelos.
E que me possibilitam estar
Aqui/ Ali.
Dentro/ fora.
Onde e quem eu quiser ser.
Se pensarmos em tudo que somos, nota- se que a complexibilidade do sistema se dá pelo ciclo vicioso da imperfeição.
Imperfeições fundamentais.
Ocorrendo numa sequência de modificações tão extraordinária,
que a brevidade da vida física torna-se um desaforo essencial.
Num mergulho às profundezas de minhas tripas, sou cuspida no espaço sideral.
Num mergulho mais profundo às profundezas de meu âmago, desemboco na formação celular de meu semelhante, ou de uma planta, ou de uma janela.
Num mergulho ainda mais profundo, às minhas profundezas mais sutis, enxergo que sou deusa de mim.
Luciana Araújo
sábado, 11 de setembro de 2010
Sobre Mim
Sobre mim penso que:
Enrolo/ Desenrolo.
No fluxo livre e enrolado do pensamento que questiono,
Se consigo entrar no meu inconsciente. Adormecido.
Carente de erupção. Introspecção necessária para a iniciação.
Quem sou eu?
Dotada de magnífica miscigenação, coloco- me no mundo como uma estrela branca do cabelo preto.
Uma flor que teimou a entortar, e ficar torta, e entortar de novo, e (vrup!) enrolar.
Povo Torto, aqui estou eu!
Aterrada.
Pronta pra imergir num oceano interno de questionamentos e entendimentos.
Nasci mulher desejada, branquinha, sorriso puro, cachinhos dourados,
E uma voz inconfundivelmente meiga e colocada.
Mas, convenhamos, isso não quer dizer absolutamente nada.
Repleta de notável articulação e cheia de argumentos, fui ampliando minhas possibilidades conforme meu “bel prazer” mandava.
E, inconseqüentemente, me vi com o poder do mundo em minhas mãos,
E sem mau saber o que fazer perante isso. Comi.
Comi, comi, comi,comi, comi... Todas as minhas angústias.
E essa digestão meu deu desconforto. Me deu enjôo.
Preciso expurgar tudo aquilo que me foi imposto, incompreendido, ausente.
Aquilo que com palavras não sei dizer, mas que o meu corpo simplesmente sente e me aprisiona num baú psicológico que por muitas situações me impediu de voar.
E às vezes ainda me impede, com a diferença de que agora consigo identificar e virar a chave.
Pular da condição de vítima da sociedade à agente ativo de uma situação, e sim,
Me aceitar!
Perante minha beleza torta, meu trilhar por vezes enrolado, minhas imperfeições.
E continuar esta pesquisa interna de resoluções.
Afinal de contas, é isso que eu sou, é isso que somos. E frente à condição de humanos errantes, vamos comemorar!
Carnavalizar nossa existência!
Dançar com os mendigos, as putas, os bêbados, os deficientes, os estrangeiros, os desajeitados.
Somos tudo a mesma coisa, somos tudo e somos nada.
Afinal de contas, é isso aí, somos tudo a mesma coisa, somos tudo e somos nada.
Enrolo/ Desenrolo.
No fluxo livre e enrolado do pensamento que questiono,
Se consigo entrar no meu inconsciente. Adormecido.
Carente de erupção. Introspecção necessária para a iniciação.
Quem sou eu?
Dotada de magnífica miscigenação, coloco- me no mundo como uma estrela branca do cabelo preto.
Uma flor que teimou a entortar, e ficar torta, e entortar de novo, e (vrup!) enrolar.
Povo Torto, aqui estou eu!
Aterrada.
Pronta pra imergir num oceano interno de questionamentos e entendimentos.
Nasci mulher desejada, branquinha, sorriso puro, cachinhos dourados,
E uma voz inconfundivelmente meiga e colocada.
Mas, convenhamos, isso não quer dizer absolutamente nada.
Repleta de notável articulação e cheia de argumentos, fui ampliando minhas possibilidades conforme meu “bel prazer” mandava.
E, inconseqüentemente, me vi com o poder do mundo em minhas mãos,
E sem mau saber o que fazer perante isso. Comi.
Comi, comi, comi,comi, comi... Todas as minhas angústias.
E essa digestão meu deu desconforto. Me deu enjôo.
Preciso expurgar tudo aquilo que me foi imposto, incompreendido, ausente.
Aquilo que com palavras não sei dizer, mas que o meu corpo simplesmente sente e me aprisiona num baú psicológico que por muitas situações me impediu de voar.
E às vezes ainda me impede, com a diferença de que agora consigo identificar e virar a chave.
Pular da condição de vítima da sociedade à agente ativo de uma situação, e sim,
Me aceitar!
Perante minha beleza torta, meu trilhar por vezes enrolado, minhas imperfeições.
E continuar esta pesquisa interna de resoluções.
Afinal de contas, é isso que eu sou, é isso que somos. E frente à condição de humanos errantes, vamos comemorar!
Carnavalizar nossa existência!
Dançar com os mendigos, as putas, os bêbados, os deficientes, os estrangeiros, os desajeitados.
Somos tudo a mesma coisa, somos tudo e somos nada.
Afinal de contas, é isso aí, somos tudo a mesma coisa, somos tudo e somos nada.
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Poeira Cósmica
Milhões.
250 milhões de habitantes na época de Jesus,
40 milhões de pessoas mortas na primeira Guerra Mundial e 60 milhões na segunda.
Bilhões.
4,6 bilhões de aniversários da Terra e a estimativa de pessoas mortas numa guerra nuclear entre Estados Unidos e Rússia é de 1 bilhão de pessoas, e algumas polegadas são 1 bilhão de átomos lado a lado, lado a lado, lado a lado, lado a lado.
Trilhões!
Os gastos militares mundiais são de quase 1 trilhão de dólares por ano.
O endividamento de todas as nações subdesenvolvidas para com os bancos ocidentais já passou dos 2 trilhões de dólares... e as estrelas e os trilhões têm uma afinidade natural.
Notação exponencial. Ufa!
Os cientistas inventaram para facilitar a vida dos grandes números. Você escreve o número dez e depois o numero pequenininho aqui do lado indica quantos zeros estão por vir.
Então 10 elevado a 6 é:
1 000 000
10 elevado a 9 é:
1 000 000 000
10 elevado 8 micróbios numa colher de chá de terra;
10 elevado a 20 grãos de areia por todas as praias da Terra;
10 elevado a 22 estrelas e,
10 elevado a 80 números de partículas elementares em todo o cosmo.
O universo é composto por centenas de bilhões de galáxias e uma delas é a Via Láctea. Que é composta de gás, poeira e mais ou menos 400 bilhões de sóis... Um deles, num braço obscuro da espiral, é o Sol. Acompanhando o Sol, em sua viagem ao centro da Via Láctea, existe um séquito de pequenos mundos, alguns são planetas, outros Luas, uns asteróides e outros cometas. E nós, humanos? Somos umas das 50 bilhões de espécies que cresceram e evoluíram num pequeno planeta, o 3º a partir do Sol, que chamamos Terra.
Poeira cósmica.
É isso que somos,
Poeira cósmica.
Luciana Araújo
250 milhões de habitantes na época de Jesus,
40 milhões de pessoas mortas na primeira Guerra Mundial e 60 milhões na segunda.
Bilhões.
4,6 bilhões de aniversários da Terra e a estimativa de pessoas mortas numa guerra nuclear entre Estados Unidos e Rússia é de 1 bilhão de pessoas, e algumas polegadas são 1 bilhão de átomos lado a lado, lado a lado, lado a lado, lado a lado.
Trilhões!
Os gastos militares mundiais são de quase 1 trilhão de dólares por ano.
O endividamento de todas as nações subdesenvolvidas para com os bancos ocidentais já passou dos 2 trilhões de dólares... e as estrelas e os trilhões têm uma afinidade natural.
Notação exponencial. Ufa!
Os cientistas inventaram para facilitar a vida dos grandes números. Você escreve o número dez e depois o numero pequenininho aqui do lado indica quantos zeros estão por vir.
Então 10 elevado a 6 é:
1 000 000
10 elevado a 9 é:
1 000 000 000
10 elevado 8 micróbios numa colher de chá de terra;
10 elevado a 20 grãos de areia por todas as praias da Terra;
10 elevado a 22 estrelas e,
10 elevado a 80 números de partículas elementares em todo o cosmo.
O universo é composto por centenas de bilhões de galáxias e uma delas é a Via Láctea. Que é composta de gás, poeira e mais ou menos 400 bilhões de sóis... Um deles, num braço obscuro da espiral, é o Sol. Acompanhando o Sol, em sua viagem ao centro da Via Láctea, existe um séquito de pequenos mundos, alguns são planetas, outros Luas, uns asteróides e outros cometas. E nós, humanos? Somos umas das 50 bilhões de espécies que cresceram e evoluíram num pequeno planeta, o 3º a partir do Sol, que chamamos Terra.
Poeira cósmica.
É isso que somos,
Poeira cósmica.
Luciana Araújo
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