sábado, 9 de julho de 2011

Sobre o lixo na cidade, o lixo da população

Sobre o lixo na cidade, o lixo da população. O amor que eu procuro. Meu amparo absoluto de estado, de noção, de desconforto.
Sobre o medo.
Ai! Que susto!
E continua o movimento daquela cidade onde todo mundo daquela cidade tinha o mesmo pai!
E o caos, e a cor.
Tudo era tão magnífico e brilhante que o fascínio impera!
E esconde todo o esgoto. Que corre, que me instiga, e que responde a muitas questões dessa sociedade.
Tá ventando! Uh, meu olho!
Flutuam edificações recortadas de seu espaço necessário.
E fragmentavam realidades particulares,
Onde o egoísmo cega o amargo,
Adoça o luxuoso e massageia tantos egos...
Que a merda fede, e o perfume não anula.

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